Feito pelas mãos do vovô.





O artesão
Palito por palito, sem pressa.


Paulo Durval Pedrosa sempre gostou de artes. Baixista, formado em projeto de máquinas e desenho mecânico, encontrou sua melhor plateia em casa: tudo começou com os brinquedos que fazia para os netos, Alice, Felipe e Maria Luísa. Vieram os dinossauros, o papel machê, o isopor, pincéis, tinta...
Aos poucos, as mãos foram ficando mais sábias. Chegaram os palitos e, com eles, peças cada vez mais complexas.
Ele pegou gosto, e foram os amigos que sugeriram: por que não fazer mais peças para vender? Vieram então os eventos de artesanato, onde seu trabalho fez muito sucesso.
Hoje, o ateliê fica na própria casa, ao lado de Maria Lúcia, sua esposa há 44 anos.
